1929.04.30 - 2007.05.31
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Funcionarios e ex-funcionarios da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais



Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

Sophia de Mello Breyner Andresen




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Vídeo: "31 de Março de 2008:
Era uma vez a DGEMN na P. do Comércio
"


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INDICE ex-DGEMN



Os exames médicos que visavam a "determinação da aptidão ou inaptidão física e psíquica do trabalhador para o exercício das funções correspondentes à sua categoria profissional"(sic):
As picas vistas pelo Jumento
O célebre despacho nº5/GDG/05, de Vasco Costa

Veja aqui a ficha que Vasco Costa queria que os funcionários preenchessem diariamente, escrevendo o que faziam hora a hora !

Sessão de SHST de 13 Julho 2006:
Programa e ficha de inscrição
Documentação da sessão
Promovendo software comercial?

A lei organica da DGEMN: veja se encontra a "Direcção dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho"


Leia com atenção:

A DGEMN possui o melhor arquivo de arquitectura da Europa

Um exemplo a seguir

Valeu claramente a pena

"Deixamos um legado para o País e para o património"


----Fotos ex-DGEMN----




Italia, Italia

WinREFRAN adottato dalla DGEMN
Principali Clienti WinREFRAN




LEGISLAÇÃO

Lei Nº12-A/2008,
de 27 de Fevereiro

(regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações)

Decreto Reg. Nº19-A/2004,
de 14 de Maio

(avaliação do desempenho)

Decreto-Lei Nº200/2006,
de 25 de Outubro

(quadro jurídico das operações de extinção, fusão... de organismos)

Lei Nº53/2006,
de 7 de Dezembro

(lei da mobilidade)

Despacho Conjunto Nº18692 /2007,
de 10 de Julho

(nomeação do responsável pela coordenação do processo de fusão da DGEMN)

Despacho Nº21217 /2007,
de 27 de Agosto

(conclusão do processo de extinção da DGEMN)

Decreto-Lei Nº215/2006,
de 27 de Outubro

(lei orgânica do Min. da Cultura)

Decreto-Lei Nº207/2006,
de 27 de Outubro

(lei orgânica do MAOTDR)

Decreto-Lei Nº96/2007,
de 29 de Março

(lei orgânica do IGESPAR)

Portaria Nº376/2007,
de 30 de Março

(estatutos do IGESPAR)

Decreto Reg. Nº34/2007,
de 29 de Março

(lei organica das DR de Cultura)

Portaria Nº373/2007,
de 30 de Março

(estrutura e competencias das DR de Cultura)

Decreto-Lei Nº223/2007,
de 30 de Maio

(lei orgânica do IHRU)




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2007.08.29
VENHAM 29.000 EUROS E "APRÈS MOI LE DÉLUGE"

A extinção da DGEMN, 29.000 euros no bolso e o despacho nº17/GDG/2007, de 24 de Agosto, com agradecimentos de circunstância, são o epílogo do consulado de 17 longos anos de Vasco Martins Costa como director-geral.

Tal como a falência de uma empresa, a extinção de um organismo com 78 anos constitui inevitávelmente a falência da gestão e o culminar da incompetência em dirigir, formar, modernizar e organizar.

Óbviamente que qualquer Governo responsável não "brinca" a extinguir organismos. Havia razões muito claras e objectivas para extinguir.

A situação actual da DGEMN era insustentável. Os recentes casos do projecto (não analisado) da Casa Pia, das microestacas do Mosteiro de Santos-o-Novo são o síndroma de uma doença incurável.

Vasco Costa não se pode queixar de não ter escolhido, como directores, homens da sua confiança. Só que boa parte deles não tinha formação nem experiência na reparação e reabilitação de edifícios, muito menos de edifícios classificados. Eram oriundos de organismos que superintendiam em estradas, portos... ou, na melhor das hipóteses, na construção de habitação social.

Em qualquer dos casos, os dirigentes escolhidos por Costa - como se verificou - vinham só para controlar. A maior parte, trabalhar não era com eles. Entravam com a mentalidade de capatazes e tinham muito menos experiência e saber que os técnicos da casa.

Sem directores competentes, sem formação, não há serviços competentes. E os poucos técnicos competentes desanimavam e passavam, sem se dar conta, a desleixar-se e a deixar-se "absorver" pelo ambiente "liberal" dos serviços. O controlo obsessivo e exclusivo de férias, faltas e deslocações não leva a lado nenhum. Tem que haver uma gestão por objectivos.

O célebre despacho das picas e a ficha de tarefas diárias de cada funcionário (inventada por Vasco Costa) são uma vergonha e constituem um libelo acusatório à sua capacidade de gestão e à sua sanidade mental. Pretendia-se controlar o funcionario, saber o que estava a fazer, mas não interessava se estava a fazer bem e em tempo útil.

A asserção, que V. Costa repetia nas reuniões de funcionários, de que os técnicos da DGEMN eram os melhores, era falaciosa e hipócrita. Então era assim tão bons e era preciso ir buscar fora uns capatazes  da sua confiança para os controlar ?

O Forte de Sacavém e a incursão no sector dos arquivos foi um desastre. A antítese entre o tratamento privilegiado do Forte e da restante Direcção-Geral era evidente. Para uns havia recursos infindáveis, para os restantes miséria e ostracismo.

O "show off", o marketing da imagem pessoal e a revista também não deram resultado. Gastaram-se rios de dinheiro. Muita gente ficou curiosa em saber como se sustentam "elefantes brancos".

Vasco Costa e alguns dos seus acólitos foram uns bons clientes das agências de viagens. "Globetrotter" inveterado à custa do erário público, com várias viagens anuais - principalmente para Roma -, Vasco Costa não teve tempo de gozar 149 dias de férias durante o seu consulado.

As viagens dão muito trabalho e estão cheias de riscos. Veja-se os casos recentes dos furacões no Golfo do Mexico ou os desastres como o de Cangonhas. Depois, mesmo na praia, o enfrentar as ondas do mar é penoso e pode-se morrer afogado.

Pensamos que os tais 149 dias de "férias" não gozados não têm nada a ver com um despacho de legitimidade duvidosa, de 2 de Agosto de 2007, publicado no Diário da República, de 20 de Agosto 2007.

Então, só agora se concui que há chefes de repartição em condições de serem reclassificados como técnicos superiores de 1ª classe?

Ficamos a pensar nos restantes chefes de repartição de mérito indiscutível - alguns que até já se reformaram - , e que nem umas palavras circunstanciais de reconhecimento mereceram.

Tivemos Vasco Costa igual a si próprio, até ao fim.

 


Posted at 07:30 by ex-dgemn

 

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